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PROFESSOR DOUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL - A RESPONSABILIDADE DO CONTADOR (A) NO MOMENTO DE CRISE ORGANIZACIONAL (MCO)

 

A RESPONSABILIDADE DO CONTADOR (A) NO MOMENTO DE CRISE ORGANIZACIONAL (MCO)

 

A INTERDEPENDÊNCIA "CIÊNCIA CONTÁBIL / CIÊNCIA DA GESTÃO" NO SÉCULO XXI

 

 

 

A QUESTÃO CONTÁBIL EM "MOMENTO DE CRISE ORGANIZACIONAL -- MCO" QUE NÃO QUER CALAR.

 

 

 

 

 

{C}Ø  DEVE O CONTADOR (A) DISPONIBILIZAR "CONHECIMENTO CONTÁBIL" PARA A SUSTENTABILIDADE PATRIMONIAL NO MOMENTO DE CRISE ORGANIZACIONAL (MCO)? ---- A TOMADA DE DECISÃO E A GESTÃO DO RISCO EM AÇÃO.

 

 

 

{C}Ø  {C}INTRODUÇÃO.

 

 

 

É suficiente o Gestor do Negócio trabalhar as variáveis "Gestão do Fluxo de Caixa" e "Gestão da Tomada de Decisão para Redução de Custos" no "Momento de Crise Organizacional" (MCO)?

 

 

 

Ou, deve o Contador (a) assessorar o Gestor do Negócio com "conhecimento contábil" acerca da evolução da variação patrimonial inerente / relativa á "gestão do risco da decisão MCO"?

 

 

 

Talvez, seja mais importante o consumo de "conhecimento contábil" na perspectiva da "sustentabilidade patrimonial MCO", ou seja, para "Gestão do não esgotar ou reciclar no presente os recursos organizacionais (humanos; materiais; tecnológicos; financeiros) necessários para maior alavancagem patrimonial quando da recuperação do mercado / negócio".

 

 

 

Evidentemente, o Contador (a) necessita de maior expertise nas práticas da tomada de decisão para atuação em tempo real junto ao processo / produto de inserção da variável "contingência; incerteza; risco" quando do "ciclo de vida da decisão MCO" ---- os elementos "gestão", "decisão", "risco" como ingredientes indispensáveis á mensuração da variação patrimonial no horizonte "presente / futuro" ---- a "sustentabilidade patrimonial MCO" em ação.

 

 

 

Processos de desenvolvimento sustentável organizacional precisam considerar o "MCO", na perspectiva da variável "contingência; incerteza; risco", como entidade indissolúvel da "sustentabilidade patrimonial MCO".

 

 

 

Algumas restrições para maior inclusão do "conhecimento contábil" junto ao "ciclo de vida da decisão MCO" são:

 

 

 

 

 

{C}Ø  {C}NO AMBIENTE ACADÊMICO.

 

 

 

Algumas disciplinas nos cursos de pós graduação de Contabilidade ou de Controladoria como "Contabilidade Estratégica", ou "Controladoria Estratégica" perseguem a linha de raciocínio ---- "maior inclusão de conhecimento contábil junto ao ciclo de vida da decisão no momento de crise organizacional (MCO)" ---- mas infelizmente, na maioria dos casos pecam pela visão estritamente contábil - financeira, colocando a abordagem da gestão da tomada de decisão em plano bastante inadequado.

 

 

 

Outra fragilidade está na capacitação do docente com visão bastante teórica ou limitada ao não especular o "processo decisório" nas dimensões:

 

 

 

1 -- qualitativa (gestão do conhecimento) com tecnologias de CI ou de BI ou ainda tecnologias alternativas para vasculhar o horizonte "presente / futuro" ---- o paradigma da qualidade "espinha de peixe" de ISHIKAWA em ação.

 

 

 

2 -- quantitativa com indicadores / índices baseados, estritamente, nas métricas monetárias com exclusão da utilidade das métricas não monetárias .

 

 

 

 

 

{C}Ø  {C}NO AMBIENTE PROFISSIONAL.

 

 

 

O baixo nível de treinamento e experiência com atividades / tarefas / práticas de negociação e participação ---- a sintonia da "cultura organizacional" com o "comportamento profissional" ---- direciona a maioria dos Contadores (as) para assumir as normas e práticas contábeis como único norte para o exercício de suas atividades quando dos processos decisórios no ambiente "MCO".

 

 

 

A fragilidade de conhecimentos na área da "governança da qualidade da sustentabilidade" e formas para sua aplicação junto ao processo / produto no horizonte "presente / futuro" do negócio é outra dificuldade comum a Contadores (as) para exercício da vertente "incluir conhecimento contábil junto ao processo / produto do ciclo de vida da decisão MCO".

 

 

 

 

 

MUITO IMPORTANTE.

 

 

 

 

 

A "SUSTENTABILIDADE PATRIMONIAL MCO" DEVE CONSIDERAR O "MOMENTO DE CRISE ORGANIZACIONAL -- MCO" COMO ELEMENTO NORTEADOR DO "CONHECIMENTO CONTÁBIL" A APORTAR AOS PROCESSOS DE TOMADA DE DECISÃO ---- O ATUAL MOMENTO HISTÓRICO BRASILEIRO COMO PARADIGMA.

 

 

 

 

 

 

 

{C}Ø  {C}A LÓGICA E A PROVA DO ARGUMENTO

 

 

 

As práticas de "Impairment" (Recuperabilidade de Ativos) a partir das "decisões MCO" adotadas tornam-se objeto da variável "contingência / incerteza / risco" a medida que cenários futuros alternativos do negócio são objeto das ações / projetos desencadeados por gestores ---- o tratamento do "impairment" interno ao negócio no foco.

 

 

 

O foco da explicitação dos impactos patrimoniais da crise do negócio na perspectiva do horizonte "presente / futuro" ---- ativos serão objeto de valores monetários de mercado ou serão alienados como "sucata"?

 

 

 

Mudanças de ou nas linhas de negócio, novas áreas / ambientes de comercialização, novas destinações funcionais a ativos / recursos organizacionais, novas utilidades a produtos ou serviços são dentre muitas opções aquelas que podem retirar a entidade de sua situação de crise e, portanto, a possibilidade de impacto patrimonial de cada opção decisória deve ser apurado e será de grande valia na decisão para escolha do cenário futuro considerado mais promissor e factível por acionistas, executivos e gestores ---- o "Conhecimento contábil para a decisão MCO" em sua plenitude.

 

 

 

O apetite por risco do tomador de decisão deve ser espelhado / norteado por "conhecimento contábil MCO" como momento de atuação do Contador (a) do século XXI.

 

 

 

A ciência contábil como ciência do patrimônio e a ciência da gestão como ciência da decisão têm seu ponto de convergência máxima quando de momentos de crise organizacional (MCO) devido á necessidade de total conhecimento das entidades (1) variável "contingência ; incerteza; risco"; (2) elemento "cenário futuro"; (3) visão "sustentabilidade patrimonial".

 

 

 

O equívoco ---- quanto á utilidade nos processos decisórios ---- dos contadores (as) na projeção de índices / indicadores contábeis é irrefutável, particularmente, nas situações inerentes ao "MCO" quando a variável "contingência; incerteza; risco" torna-se o elo central do "ciclo de vida da decisão" ---- a "viagem no espaço / tempo gestional" no foco.

 

 

 

As ideias de (1) "não recorrência" ---- de mais fácil identificação, interpretação e aplicação ---- e de (2) "acaso" ---- onde a capacidade de fazer valer sua opção principal, sem descuidar das alternativas de ação, torna organizações vencedoras ---- são testemunhos  inequívocos que a visão projeção de índices / indicadores contábeis tem pequena contribuição para o ciclo de vida da decisão ---- simulação como ideia central do processo / produto de tomada de decisão.

 

 

 

Acresce a velocidade e intensidade das mudanças do processo / produto organizacional, do mercado e da sociedade e temos o caldo cultural e profissional para a sustentabilidade organizacional no século XXI.

 

 

 

Metodologias para tomada de decisão devem considerar situações "MCO" e precisam incorporar a ideia de "sustentabilidade patrimonial" para tornar organizações vencedoras diante das turbulências organizacionais, particularmente, aquelas de natureza técnico - operacionais deste século da mudança (o século XXI).

 

 

 

Toda metodologia para processos decisórios atende á vertente "problema; estratégia; projeto; solução" regulada por tecnologias de (1) "gestão do risco", de (2) "gestão comportamental", de (3) "gestão de meritocracia" ---- a metodologia "CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK; BIN; MARCA PRÓPRIA" como paradigma para metodologias de tomada de decisão dos negócios privados ou governamentais.

 

 

 

 

 

{C}Ø {C}OBSERVAÇÃO.

 

 

 

ENVIE EMAIL PARA ALGILGIL@UOL.COM.BR OU AL.GILGIL@UOL.COM.BR OU TELEFONE PARA (11) 3083 2994 PARA DEBATER OU MELHOR CONHECER A TECNOLOGIA APRESENTADA NESTE MINI ARTIGO.

 

 

 

 

 

{C}Ø  {C}CONCLUSÃO

 

 

 

A "sustentabilidade patrimonial" é tecnologia ímpar para processos decisórios vencedores nos "momentos de crise organizacional (MCO)" sendo conhecimento obrigatório para equipes decisórias dos negócios privados ou governamentais.

 

 

 

O exercício das práticas "sustentabilidade patrimonial MCO" são diferencial competitivo para pessoas físicas e pessoas jurídicas.

 

 

 

A "governança da qualidade da sustentabilidade MCO" é vertente decisiva para processos decisórios vencedores ---- os fundamentos e a lógica da metodologia "CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK; BIN-MARCA PRÓPRIA" como referencial.

 

 

 

 

 

VOCÊ TEM CERTEZA QUE O PROCESSO / PRODUTO DECISÓRIO MCO DE SEU NEGÓCIO É EFICAZ / DÁ RESULTADOS?

 

 

 

 

 

Dê um "banho" de cultura gerencial e tecnológica do século XXI aos profissionais de sua organização privada ou governamental ou para os alunos de seus cursos de pós-graduação ---- contrate o professor Loureiro Gil e equipe para explanar ou desenvolver as abordagens discorridas no presente mini artigo.

 

 

 

Incorporar nova lógica, práticas e tecnologias para a tomada de decisão é momento atual das organizações privadas e governos vencedores neste século XXI.

 

 

 

A educação nos níveis de graduação, pós-graduação (extensão e especialização), mestrado acadêmico ou profissionalizante (MBA) ou de doutorado ---- nas faculdades e universidades privadas ou públicas, bem como, nas universidades corporativas ---- requer práticas para tomada de decisão inovadoras.

 

 

 

{C}Ø  {C}O PROFESSOR GIL E EQUIPE POSSUEM A COMPETÊNCIA, A QUALIDADE PROFISSIONAL E A ABORDAGEM TECNOLÓGICA PARA DESENVOLVER, EXPLICAR E APLICAR AS IDÉIAS DISCUTIDAS.

 

 

 

Pesquisas, consultoria, trabalhos acadêmicos, palestras, seminários, disciplinas de pós-graduação (especialização; MBA; mestrado acadêmico; doutorado) são de importância definitiva para trabalhar "sustentabilidade patrimonial MCO" como conhecimento e prática definitiva nos processos decisórios.

 

 

 

4 - BIBLIOGRAFIA.

 

1 -- LIVRO "DESAFIO AOS DEUSES - A FASCINANTE HISTÓRIA DO RISCO"--AUTOR: PETER BERNSTEIN - (EDITORA CAMPUS) DO RIO DE JANEIRO - PRIMEIRA EDIÇÃO 1996 .

 

2 - LIVRO "GESTÃO: CONTROLE INTERNO, RISCO E AUDITORIA" - AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA; WILSON TOSHIRO NAKAMURA - EDITORA SARAIVA DE SÀO PAULO - PRIMEIRA EDIÇÃO - MARÇO DE 2013.

 

3 - LIVRO "SISTEMAS DE INFORMAÇÕES CONTÁBEIS"--AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CESAR AUGUSTO BIANCOLINO; TIAGO NASCIMENTO BORGES - EDITORA SARAIVA SÃO PAULO - PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.

 

4 - LIVRO "GESTÃO DA QUALIDADE EMPRESARIAL" - AUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL - PUBLICAÇÕES EUROPA - AMÉRICA DE LISBOA PORTUGAL - PRIMEIRA EDIÇÃO 2010 - Á VENDA NA LIVRARIA CULTURA ESQUINA DE AVENIDA PAULISTA COM A RUA AUGUSTA (SÃO PAULO - BRASIL).

 

5 - LIVRO "GESTÃO DE TRIBUTOS NA EMPRESA MODERNA" - AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; FLÁVIO FERNANDES PACETTA; JOÃO ANTONIO PIZZO; JOSÉ EDUARDO MOGE; ROGÉRIO LEITE - EDITORA SENAC - SP - PRIMEIRA EDIÇÃO 2011.

 

6 -- LIVRO "MICRO EMPRESA: GESTÃO INOVADORA E DIREITO"--ARTIGO / CAPÍTULO "INOVAÇÃO E RISCO: O AMBIENTE DA GESTÃO DA MICRO E DA PEQUENA EMPRESA NO SÉCULO XXI" - AUTOR: ANTONIO DE LOUREIRO GIL - EDITORA ÁGORA-RJ -- PRIMEIRA EDIÇÃO 2015.

 

7 - LIVRO "AUDITORIA DA GESTÃO E DA OPERAÇÃO DO NEGÓCIO COM TI" - AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; CARLOS HIDEO ARIMA ---- EDITORA SARAIVA EDUCACIONAL ---- PRIMEIRA EDIÇÃO 2017.

 

8 - LIVRO "GESTÃO PÚBLICA MUNICIPAL DE ALTO DESEMPENHO" - AUTORES: ANTONIO DE LOUREIRO GIL; PAULO ROBERTO GALVÃO; ROBERTO DE OLIVEIRA JUNIOR ---- EDITORA JURUÁ-PR ---- PRIMEIRA EDIÇÃO 2016.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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